Proposta está parada no Senado. Fala do presidente ocorreu durante o lançamento do programa ‘Brasil Contra o Crime Organizado’, iniciativa do governo federal voltada ao enfrentamento das organizações criminosas no país.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reforçou nesta terça-feira (12) que o governo só criará o Ministério da Segurança após a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública pelo Senado — que está parada na Casa (entenda mais abaixo).
A fala do presidente ocorreu durante o lançamento do programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, iniciativa do governo federal voltada ao enfrentamento das organizações criminosas no país.
Desde o início do mandato, Lula resistiu à criação de um ministério exclusivo para a segurança pública — atualmente, o ministério abrange as áreas da justiça e segurança pública — por uma combinação de fatores como cálculo político, restrições institucionais e receio de ampliar a máquina administrativa em ano pré-eleitoral.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reforçou nesta terça-feira (12) que o governo só criará o Ministério da Segurança após a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública pelo Senado — que está parada na Casa (entenda mais abaixo).
A fala do presidente ocorreu durante o lançamento do programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, iniciativa do governo federal voltada ao enfrentamento das organizações criminosas no país.
Desde o início do mandato, Lula resistiu à criação de um ministério exclusivo para a segurança pública — atualmente, o ministério abrange as áreas da justiça e segurança pública — por uma combinação de fatores como cálculo político, restrições institucionais e receio de ampliar a máquina administrativa em ano pré-eleitoral.
Lula mencionou também que sempre se opôs à criação de um Ministério da Segurança Pública sem que antes fosse definido o papel do governo federal na área.
Segundo ele, a Constituição de 1988 concentrou a responsabilidade da segurança nos estados como reação ao período em que a política de segurança era conduzida pelo governo federal sob comando militar.
“Agora, nós estamos sentindo a necessidade de que o governo federal volte a participar ativamente, mas com critério e com determinação, porque nós não queremos ocupar espaço de governadores nem o espaço da polícia estadual. Mas, o dado concreto é que se não trabalhar junto, a gente não consegue vencer. E o crime organizado se aproveita da nossa divisão”, prosseguiu.

