quarta-feira, 29/04/26
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Distritais aprovam adesão do DF ao acordo federal para conter alta do diesel

Projeto prevê subsídio da União e do governo local para reduzir o preço do combustível. Deputados também aprovaram retirada de dois imóveis públicos do pacote para salvar o BRB.

Sessão Ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal de 29 de abril de 2026 — Foto: TV Câmara Distrital/Reprodução

 

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou nesta quarta-feira (29) o projeto de lei que autoriza o governo local a aderir a um acordo do governo federal para conter a alta do diesel.

A proposta foi aprovado em dois turnos com a presença de 15 deputados distritais. Com a aprovação, o Executivo local fica autorizado a formalizar a adesão ao acordo nacional.

O texto permite que o DF integre a cooperação financeira prevista na Medida Provisória nº 1.349, que criou o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis. O objetivo é reduzir o impacto do aumento do diesel no bolso do consumidor.

Pelo mecanismo proposto, haverá um subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel, bancado de forma compartilhada entre a União e os estados. Cada parte ficará responsável por R$ 0,60 do valor.

A recente escalada nas tensões geopolíticas e seus efeitos sobre o mercado internacional de petróleo já impactam os preços dos combustíveis no Brasil.

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A medida provisória do governo federal já está em vigor, mas o DF só pode aderir ao acordo se tiver a autorização da Câmara Legislativa.

Na justificativa do projeto, a Secretaria de Economia do DF afirma que o impacto financeiro da medida para os cofres públicos da capital seria “limitado”.

A governadora Celina Leão (PP) havia sinalizado que o DF poderia participar do acordo após um telefonema com o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A decisão de enviar o projeto, no entanto, só foi tomada um mês após o início das discussões.

O DF responde por apenas 0,58% do consumo nacional do combustível.

  • SIA, Trecho Serviço Público, Lote G, avaliado em R$ 632 milhões: hoje, é uma espécie de “Parque de Apoio” da Secretaria de Saúde, abrigando a Farmácia Central e uma oficina de órteses e próteses;
  • “Gleba A” de 716 hectares na Serrinha do Paranoá, avaliada em R$ 2,2 bilhões: a área verde pertence à Terracap e, segundo ambientalistas, abriga um importante manancial de nascentes.

 

Segundo o texto aprovado, os referidos lotes possuem “restrições de ordem ambiental ou quanto a sua destinação”.

Com mudança, o valor estimado para o fundo cai de R$ 6,6 bilhões para R$ 3,6 bilhões.

 

 

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