Governador reeleito deve manter os titulares de pastas como Meio-Ambiente, Educação, Casa Civil e de Governo no próximo mandato

São Paulo — O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) deve manter seis dos atuais secretários de governo no próximo mandato que se inicia em janeiro de 2027. Atualmente, o governo de São Paulo conta com 24 secretarias e uma pasta extraordinária.
Interlocutores ouvidos pelo Metrópoles afirmam que Natália Resende, a princípio deve permanecer à frente da Secretaria de Meio-Ambiente, Infraestrutura e Logística. Braço-direito de Tarcísio, Natália atuou como coordenadora do plano de governo em na campanha de reeleição do governador e foi uma das responsáveis por tocar o projeto de desestatização da Sabesp, uma das principais vitrines do mandato.
Roberto Carneiro (Republicanos), secretário de Governo e Relações Institucionais, também deve continuar à frente da pasta no próximo mandato. Ele havia se licenciado do cargo em julho para atuar na campanha, com retorno estava previsto após o período eleitoral. Carneiro é também o presidente estadual do partido de Tarcísio.
Outros secretários que devem ser mantidos são Renato Feder, da Educação e Nerylson Lima, da Casa Civil. Tarcísio também já havia confirmado a manutenção dos secretários Geraldo Melo Filho e Marília Marton, à frente das pastas da Agricultura e Cultura, respectivamente.
Mudanças nos próximos dias
Tarcísio deve anunciar nos próximos dias os nomes dos secretários que devem compor seu segundo mandato. A tendência é de que parte da equipe seja mantida em 2027, mas uma das primeiras mudanças confirmada é a saída do secretário da Saúde, Eleuses Paiva (PSD), que já comunicou Tarcísio de Freitas que deixará o governo. Entre os nomes cotados para assumir o posto, estão o secretário municipal da Saúde da capital paulista, Luiz Carlos Zamarco, e o secretário-adjunto da pasta, Maurício Serpa.
Como revelou a coluna Vinicius Passarelli, aliados de Tarcísio apontam que o MDB deve ganhar espaço no governo paulista, após o grupo político do prefeito Ricardo Nunes (MDB) ter atuado diretamente na coordenação da campanha de reeleição do governador. Outro entendimento dentro do Palácio dos Bandeirantes é de que o PSD de Gilberto Kassab deverá perder espaço.
Com informações do Metrópoles


