Judiciário se recusa a prender golpista que enganou 54 vítimas e deu prejuízo de R$ 117 mil

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Reprodução

Miguel Lucena*

Mário de Sousa Lopes anunciava serviços de concretagem pela Internet, cobrava metade do valor e sumia.
O estelionatário se apresentava como responsável pelas empresas Brasemix Concretos, Capital Mix e Catedral Lajes.
Há 24 anúncios das falsas firmas em sites de serviços.
A PCDF (38a DP) indiciou o golpista, mas a Justiça entendeu que ele devia ficar solto porque não praticou os crimes usando violência ou grave ameaça.
O Judiciário ainda acha que violência é só tabefe, facada e tiro.
Duas idosas, enganadas pelo criminoso, quase morrem de aperreio.

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