Covid-19: DF registra 14 mortes e chega a 3.412 óbitos; número de casos se aproxima dos 200 mil

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Funcionário da saúde faz teste Covid-19 em centro de testes no aeroporto de Vnukovo, nos arredores de Moscou, na Rússia, nesta sexta-feira (7) — Foto: Pavel Golovkin/AP

 

 

O Distrito Federal registrou, neste sábado (10), mais 14 mortes e 762 diagnósticos do novo coronavírus. Dados da Secretaria de Saúde mostram que a capital tem 3.412 vítimas da doença e 199.569 diagnosticados.

O número de mortes e de casos contabilizados neste sábado foi maior do que o registrado no dia anterior. De acordo com o levantamento da pasta, na sexta-feira (9), foram computadas sete mortes e 615 casos, um aumento de 100% e 23,9%, respectivamente.

A Secretaria de Saúde considera que a capital tem 190.153 pessoas recuperadas da Covid-19. Portanto, 6.004 casos estão ativos.

Do total de mortos, 3.139 são moradores do DF e 273 viviam em outras unidades da federação, mas faleceram na capital. Dos óbitos computados neste sábado, todos ocorreram em datas anteriores. Veja perfil:

Faixa etária

  • 40 a 49 anos: 2
  • 60 a 69 anos: 4
  • 70 a 79 anos: 4
  • 80 anos ou mais: 4

Residência

  • Arniqueira: 1
  • Brazlândia: 1
  • Ceilândia: 4
  • Guará: 1
  • Lago Norte: 1
  • Plano Piloto: 1
  • Samambaia: 1
  • Sobradinho: 1
  • Taguatinga: 2
  • Vicente Pires: 1

Coronavírus no DF

Com 24.678 casos confirmados, Ceilândia é a região da capital com maior quantidade de diagnósticos do novo coronavírus. Em seguida, está Taguatinga, que soma 16.564 notificações da doença, e o Plano Piloto, com 15.752 infectados.

Veja números por região abaixo:

Casos de coronavírus por região do DF, em 10 de outubro — Foto: SES-DF/Reprodução

Casos de coronavírus por região do DF, em 10 de outubro — Foto: SES-DF/Reprodução

Desmobilização de leitos para Covid-19

Na sexta-feira (9), a Secretaria de Saúde DF apresentou, um Plano de Desmobilização dos leitos destinados aos pacientes com o novo coronavírusDe acordo com a pasta, na primeira etapa, serão desmobilizados 71, dos quais 38 são de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 33 de Unidades de Cuidado Intensivo (UCI).

“A taxa de ocupação está em 60,71%, que é ocupação muito confortável pra gente trabalhar com a desmobilização”, disse o secretário de Saúde, Osnei Okumoto.

O DF conta atualmente, segundo com o governo, com 580 leitos para tratamento da doença. No pico da pandemia, a capital do país teve 769 espaços exclusivos, conforme a Secretaria de Saúde.

O planejamento apresentado pelo secretário prevê que a desmobilização dos leitos de UTI “ocorra de foram gradual, obedecendo o intervalo mínimo de sete dias para que seja observado o comportamento e disseminação da doença”.

Uma das unidades que vão deixar de funcionar será o Hospital de Campanha do Estádio Mané Garrincha. Segundo a Secretaria de Saúde, os 173 leitos de enfermaria, 20 de suporte avançado e quatro de emergência serão desativados.

A ocupação caiu 40% desde a segunda quinzena de setembro, de acordo com a pasta. A desativação está marcada para 20 de outubro.

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