Segundo agência de notícias russa RIA, fontes da polícia ucraniana disseram que grupo morreu quando lutava no front perto da cidade de Kupiansk, atualmente controlada por forças russas. Nesta semana, família de paraense disse que ele morreu lutando na mesma frente de batalha.

A polícia ucraniana identificou um grupo de cidadãos do Brasil entre soldados mortos em uma frente de batalha no leste da Ucrânia, segundo uma reportagem desta quarta-feira (11) da agência de notícias russa RIA Novosti.
Segundo a agência russa, fontes da polícia da Ucrânia afirmaram que os brasileiros morreram enquanto lutavam na frente de batalha perto da cidade de Kupiansk, no leste da Ucrânia. Kupiansk fica dentro de uma área atualmente controlada por forças russas no norte do Donbass, a região leste da Ucrânia.
A identidade dos brasileiros não foi divulgada pela polícia, mas, nesta semana, a família do paraense Wesley Adriano Silva confirmou que ele morreu enquanto lutava no front em Kupiansk (leia mais abaixo).
Ainda segundo disseram as fontes à RIA, o grupo foi à Ucrânia pela Legião Internacional de Defesa Territorial da Ucrânia, braço das Forças Armadas ucranianas que convoca voluntários estrangeiros para lutar ao lado de tropas de Kiev.
O g1 procurou o Itamaraty para informações sobre o grupo de brasileiros, mas não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem.
Nesta semana, a família do paraense Wesley Adriano Silva anunciou que ele morreu na frente de batalha de Kupiansk, na Ucrânia. A morte, disseram os parentes, foi confirmada após ele desaparecer enquanto lutava na Ucrânia.
De acordo com apoiadores do brasileiro, ele morreu após ser atingido por fogo de artilharia. A família disse não ter sido oficialmente informada sobre as circunstâncias da morte.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que a Embaixada do Brasil em Kiev foi notificada pelas autoridades ucranianas sobre o status de “desaparecido em combate” do paraense e que mantém contato com a família, prestando assistência consular, sem divulgar detalhes pessoais.
Fonte: g1

