A declaração ocorreu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que “soa bem” uma intervenção militar na Colômbia

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou, nesta segunda-feira (5/1), que a população deve defendê-lo caso haja um invasor no país. A declaração ocorreu após o mandatário dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que “soa bem” uma intervenção militar na Colômbia, como a realizada na Venezuela, no último sábado (3/1).
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores, foram capturados e levados para fora do país por forças dos Estados Unidos, segundo confirmou o presidente norte-americano, Donald Trump.
“Tenho enorme confiança no meu povo; por isso, pedi que o povo defenda o presidente de qualquer ato violento ilegítimo contra ele”, afirmou Petro nas redes sociais.
Captura
- Os Estados Unidos atacaram, no último sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
- O mandatário norte-americano, Donald Trump, confirmou a captura do presidente Nicolás Maduro e da esposa dele, Cilia Flores.
- Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
Questionado sobre se uma intervenção militar semelhante à da Venezuela estava nos planos para a Colômbia , Trump respondeu: “Isso me soa bem”. E prosseguiu: “Sabe por quê? Porque eles matam muita gente”.
Petro acrescentou que a forma de defendê-lo é “tomar o poder em todos os municípios do país”.
“E, se prenderem o presidente, que uma boa parte do meu povo quer e respeita, vocês libertarão o jaguar popular […] A ordem à força pública é não atirar contra o povo, mas sim contra o invasor”, destacou Petro.
Maduro
Nicolás Maduro e Cilia Flores foram capturados no último sábado (3/1) e levados para os Estados Unidos, segundo confirmou o presidente norte-americano, Donald Trump.
Maduro está preso no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, conhecido como “a prisão dos famosos”, onde permanecerá enquanto aguarda julgamento por narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.

