Em 2024, dos 3.642 casos de homicídios de mulheres, 1.492 foram classificados como feminicídio, segundo levantamento do Instituto Sou da Paz

Um levantamento do Instituto Sou da Paz identificou que 47% dos homicídios contra mulheres, em 2024, ocorreram por meio de armas de fogo. A pesquisa, intitulada “Pela Vida das Mulheres: o Papel da Arma de Fogo na Violência de Gênero”, foi divulgada nesse domingo (8/3), data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher.
No total, foram registrados 3.642 homicídios dolosos de mulheres, sendo 1.492 classificados como feminicídios.
Segundo o estudo, entre 2020 e 2024, a média anual de homicídios femininos foi de 3,8 mil casos e apresentou uma redução de 5% no período. Ao considerar o crimes com a utilização de arma de fogo, a redução foi de 15%, mas, ainda sim, é considerada a principal forma de agressão letal de mulheres.
No total, foram registrados 3.642 homicídios dolosos de mulheres, sendo 1.492 classificados como feminicídios.
Segundo o estudo, entre 2020 e 2024, a média anual de homicídios femininos foi de 3,8 mil casos e apresentou uma redução de 5% no período. Ao considerar o crimes com a utilização de arma de fogo, a redução foi de 15%, mas, ainda sim, é considerada a principal forma de agressão letal de mulheres.
Em 2024, 40% dos homicídios correspondiam ao crime de feminicídio, sendo 48% com uso de arma branca e 23% com arma de fogo. São considerados feminicídios os assassinatos de mulheres cometido por razões da condição de sexo feminino — como desprezo, discriminação ou violência doméstica e familiar.
Em relação ao local do crime, 64% ocorreram em residência e 21% em via pública.
O número de mulheres mortas com uso de armas é maior na faixa etária entre18 e 29 anos, com pico entre 18 e 24 anos. Nos homicídios por outros meios, 61,2% equilavem a faixa dos dos aos 44 anos. Já em casos de feminicídio, 70,5% das vítimas possuem entre 18 e 44 anos.

